Campo dos Lápias
7.5 km
3h
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Os lapiás constituem fraturas nas rochas superficiais que se expandem através da dissolução da rocha, resultando em grandes canais que sulcam as rochas horizontal ou verticalmente, bem como campos de rochas de grandes dimensões, isoladas entre si e com diversos tipos de caneluras, franjas e furos superficiais.
Os Lapiás são formados inicialmente pela dissolução da rocha na interface com o solo e fendas são abertas. Após a erosão da camada superficial de solo, as rochas são expostas e a dissolução da rocha continua a expandir as fendas. Eventualmente as rochas são completamente separadas e formam campos de rochas niveladas ou padrões de sulcos e gretas. Solo e vegetação podem preencher os espaços entre rochas. Os velhos habitantes da região dizem que fazem parte de um calendário astronómico muito antigo. Junto a uma formação, a que os populares dão o nome de “Rocha do Elefante”, há um arco por onde passamos e que se situa por debaixo da cabeça.
Outra estrutura tem a forma de uma bilha de água que por acaso está orientada para o nascer do Sol. Conta a lenda que no Solstício de Verão, o sol direccionava a sombra da rocha com a bilha iluminada, mostrando a entrada da mina de água. Esta formação tem um nicho esculpido, indicador de cristianização e, coincidência, o Santo Orago da povoação é o S. João Baptista, que é celebrado anualmente através dos festejos tradicionais.
Campo de Lapiás
Campo de Lapiás
As minhas caminhadas
Altura acum. subida
205 m
Altura acum. descida
205 m
Elevação max
233 m
Elevação min
149 m













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